15 de janeiro de 2006

Meu Nada

Meu nada
Que guardo com apreço tamanho
Em meu coração
E se faz
Do jeito que se sempre soube ser.

A menina idota
Que se perdeu
Na possibilidade
E esqueceu
Depois de algum tempo
Que o menininho
Era invisível.

E o balão sempre voa por aí
Embalado pelo gás que
-a bem da verdade,
melhor seria se estivesse no gênero
feminino-
Independe de ser Hélio
Joana, Grauzinha ou Luíza.

Tua parada
Foi só um pit stop:
Troca de óleo
Que não pode ultrapassar
Os limites do estabelecido.