29 de janeiro de 2006

De desejos tão -in- desejados o doce se acabou e a terra ficou seca, seca, arranhando as gargantas que só eram capazes de sentir a poeira daquele cheirinho molhado de terra batida no inteiror. Não sei se das gentes ou da terra mesmo, mas o fato é que ela queria mesmo ter amado tudo aquilo. E acho que amou, de uma outra forma que nem ela mesma conhecia.

1Desejos

Blogger Ana Luisa Lima disse:

Minha Poetisa,

Suas palavras são pura sabedoria. Elas vêm não de quem finge elucubrar, mas de quem vive e sente acima de tudo.

Um cheiro.

07 fevereiro, 2006  

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