Poeminha nº 1
E só agora,
Ante o silêncio absoluto
Em que deixaste
Meu ser partir,
Percebo a indissoluta nudez
De meu corpo trêmulo
Na lembrança de tuas mãos.
E te bendigo
A perfeição inexata
Que desespera meu ser
Faminto de amor.
Ante o silêncio absoluto
Em que deixaste
Meu ser partir,
Percebo a indissoluta nudez
De meu corpo trêmulo
Na lembrança de tuas mãos.
E te bendigo
A perfeição inexata
Que desespera meu ser
Faminto de amor.


3Desejos
Lindo!
=***
Júlia... se você se manter tão longe assim eu vou chorar, até porque pareço um menino quando você some... veja só isso: "percebo a indissoluta nudez/De meu corpo trêmulo/Na lembrança de tuas mãos"... ai, ai... vou repetir Ana uma vez comentando: "A inveja é lasca!" Bom desejo, é isso!
Adorei seu blog, dona moça.
bjs
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